Os depoimentos dos alunos revelam que o Estudo do Meio em Minas Gerais foi uma experiência marcante de aprendizagem, descoberta e convivência. Ao longo dos relatos, os estudantes destacam os conhecimentos construídos sobre a história do Brasil Colonial, a atividade mineradora, a arte barroca e rococó, além das conexões estabelecidas entre diferentes áreas do conhecimento, como História, Geografia, Filosofia, Literatura, Biologia e Física.
As narrativas também evidenciam a importância dos momentos compartilhados fora dos espaços formais de aprendizagem. A convivência com os colegas, as conversas durante os trajetos, a gastronomia mineira e o contato com as paisagens naturais aparecem como elementos que enriqueceram a experiência e fortaleceram os vínculos do grupo.
Entre igrejas históricas, museus, minas, cachoeiras e paisagens inesquecíveis, os alunos compartilham impressões que demonstram o impacto cultural, acadêmico e pessoal que essa experiência proporcionou.
Mr. Rodrigo Rafacho – Professor líder dos estudos do meio
Depoimentos dos alunos
“A viagem para Minas foi muito marcante pra mim pois eu nunca tinha ido pra lá e minha família por parte de avô são todos de lá. Meu principal aprendizado foi saber mais sobre o barroco nas igrejas e saber mais sobre a história dos escravizados e as minas.
Aprendi também sobre o mineirão e o passado onde tudo começou para os jogos de lá. Eu adorei visitar as igrejas, a cachoeira, as comidas que são DIVINAS e as minas pois são histórias muito marcantes e tristes.
A valorização histórica tem muito pois tudo lá tem história e muita coisa para aprender. as igrejas são antigas e as minas cheias de energia.
Minhas recomendações são para que os próximos alunos tenham muito preparo para andar e vontade para aprender. e estar sempre preparados para o clima de lá que muda constantemente.”
Angelina
“Durante o Estudo do Meio em Minas Gerais, visitei Belo Horizonte, Mariana, Congonhas e Ouro Preto, e a experiência foi muito importante para meu aprendizado. A viagem me ajudou a entender melhor conteúdos de História e Arte, principalmente sobre o período colonial brasileiro e as obras de Aleijadinho. O lugar que mais gostei foi Ouro Preto, por causa das igrejas, das ruas antigas e da arquitetura histórica. Além de aprender muito, também vivi momentos engraçados e especiais com meus colegas e professores. Essa viagem me fez valorizar mais a cultura e a história do Brasil, e eu recomendo muito essa experiência para os próximos alunos.”
Enrico



“Para mim, a viagem para Minas Gerais foi muito marcante, principalmente pelo fato de eu ter ido machucado. Andar de muleta por Ouro Preto era algo que eu nunca imaginaria que faria. Gostei muito de visitar as igrejas, pois todas eram muito bonitas e, em alguns aspectos, semelhantes entre si. Falando das igrejas, consegui observar características do Barroco, fazendo conexões com o que estamos estudando em Literatura.
Também é importante destacar a comida mineira. Voltei completamente viciado em doce de leite! Um dos momentos mais engraçados da viagem foi jogar truco à noite com o Mr. Khalil, porque eu não tinha muitas expectativas, mas foi muito divertido e consegui aprender bastante com ele.
Concluindo, gostei muito da viagem e a recomendaria de olhos fechados.”
Gabriel L.



“O Estudo do Meio em Ouro Preto foi incrível e, com toda certeza, levarei os aprendizados para o resto da minha vida. Ver as igrejas barrocas de perto e aprender sobre a Inconfidência Mineira onde tudo aconteceu deu um sentido diferente ao que estudamos em sala. Falando um pouco mais sobre as igrejas, gostaria de destacar a de São Francisco de Assis, na qual fiquei encantado ao ver o teto com uma pintura que demorou cerca de 11 anos para ser feita e que conseguiu fazer uma referência direta à Capela Sistina, pintada por Michelangelo. A comida mineira também foi destaque; o pão de queijo e todas as refeições que tive foram realmente fenomenais. Se eu fosse dar uma sugestão aos próximos alunos, diria para aproveitarem cada parada e prestarem muita atenção ao guia, porque Ouro Preto vai muito além do livro didático ou de uma cidade com muitas subidas.”
Guilherme F.



“Essa viagem por Minas Gerais foi, sem dúvida, uma experiência inesquecível. Passamos por cidades incríveis, como Ouro Preto, Mariana e Belo Horizonte, visitando lugares que trouxeram à vida os temas que já havíamos discutido em sala de aula. Visitamos igrejas deslumbrantes, com arquitetura barroca e rococó, minas, museus e parques, todos contando séculos de história. A culinária mineira também roubou meu coração, com um tempero único e aconchegante, difícil de encontrar em qualquer outro lugar.
Mas, com certeza, o momento que mais me marcou foi a visita à Cachoeira das Andorinhas, no Parque das Andorinhas. Como alguém que ama aventura e a natureza em sua forma mais pura, entrar debaixo daquela água gelada (e põe gelada nisso) foi simplesmente mágico. E as vistas dos mirantes do parque eram tão majestosas que me fizeram sentir pequenininha diante de tanta grandeza.
Resumindo: voltaria outras mil vezes, sem hesitar.”
Heloisa S.



“Sobre a viagem para Minas Gerais, posso dizer que saí de casa com muitas expectativas e retornei com todas elas superadas, trazendo comigo diversas experiências e memórias. Aprendi principalmente sobre o passado colonial do Brasil e sobre a influência que os povos africanos escravizados tiveram na cultura brasileira. Isso pode ser observado, por exemplo, no aspecto linguístico: muitas expressões que usamos atualmente surgiram da rotina dessas pessoas, e diversas palavras da língua portuguesa têm origem em línguas africanas.
Um exemplo concreto é a expressão “de meia tigela”, que remete à quantidade de comida recebida como pagamento pelo trabalho realizado. Quando pouco ouro era extraído, o escravizado recebia apenas metade da tigela cheia, sendo considerado um trabalhador “de meia tigela”. Esse aprendizado se relacionou diretamente com os conteúdos estudados nas aulas de História sobre a sociedade mineira da época e me ajudou a compreender melhor a história do Brasil, que vai muito além do que está nos livros.
Também aprendemos sobre os estilos arquitetônicos barroco e rococó nas diversas igrejas visitadas, o que me permitiu apreciar ainda mais a riqueza artística da cultura brasileira.
Os lugares de que mais gostei foram as minas e a cachoeira do Parque das Andorinhas. Entrar na cachoeira foi especialmente marcante porque, antes de eu entrar, as pessoas que já haviam passado por lá gritavam tanto que imaginei que a água estivesse extremamente gelada. Porém, quando finalmente entrei, quase não senti frio. Achei muito engraçada a diferença entre quem estava mais acostumado ao calor e quem estava mais acostumado ao frio.
Minhas dicas para os próximos alunos que participarão desse estudo são as seguintes. Primeiro, experimentem a comida local. Não é necessário provar apenas os pratos mais diferentes, mas essa é uma ótima oportunidade para ampliar o repertório gastronômico. Segundo, não entrem de chinelo na cachoeira: pelo menos três pessoas perderam um dos pés do chinelo lá dentro. E não, não vale a pena tentar recuperar, pois o local é escuro, cheio de pedras e com correnteza. É muito mais fácil tomar cuidado e lavar os pés depois.
Terceiro, nos quartos, procurem ser organizados e conversem com os colegas que dividirão o mesmo espaço. Combinem a ordem para usar o banheiro, definam quem ficará responsável pela chave do quarto e quem colocará o despertador.
Por último, as melhores memórias da viagem foram, para mim, aquelas em que enfrentei meus medos e saí da minha zona de conforto. Por isso, minha principal recomendação é: arrisque-se. Entre na cachoeira, experimente aquela comida diferente, converse com aquela pessoa ao seu lado no avião ou no ônibus, alguém com quem você normalmente não fala, mas que parece interessante. Se eu consegui, você também consegue.”
Isabel B.



“A viagem para Minas Gerais foi um momento muito marcante em minha vida. Pude conhecer novos lugares, novas pessoas e uma nova cultura, além de viver uma experiência incrível ao lado dos meus amigos e professores. O que mais me encantou foi conhecer e andar pelas ruas de Ouro Preto pela primeira vez. Achei a cidade tão aconchegante e bonita que nunca havia visitado uma cidade tão fofa assim no Brasil. As visitas às paróquias e aos restaurantes foram, na minha opinião, as partes mais especiais da viagem. Cada igreja tinha uma beleza diferente, e entrar nelas era sempre uma surpresa por causa das obras de arte e dos detalhes que impressionavam. Já os restaurantes nem preciso comentar: as comidas mineiras eram deliciosas… Fiquei até agradecida pelos morros da cidade, porque assim conseguia gastar tudo o que comia. Ao todo, foi uma experiência inesquecível que, com certeza, ficará guardada para sempre em minha memória.”
Isabel L.



“Antes da viagem para Minas Gerais, eu achava que seria apenas uma viagem mais histórica, com museus, igrejas e visitas guiadas. Mas, estando lá, tudo acabou sendo muito mais interessante do que eu imaginava. Conhecer Ouro Preto, Mariana e Belo Horizonte fez com que eu enxergasse a história de uma forma muito mais real, principalmente ao andar pelas ruas antigas e ver de perto lugares que eu só conhecia pelos livros.
Durante a viagem, também percebi como aprender História é essencial. Estar nesses lugares e ouvir tudo o que aconteceu ali me fez refletir sobre a importância de conhecer o passado para que muitos erros não se repitam no futuro. Acho que aprender História fora da sala de aula faz com que tudo tenha muito mais significado.
O momento que mais me marcou foi a visita à cachoeira em Ouro Preto. Depois de tantos passeios históricos, estar em contato com a natureza trouxe uma sensação muito boa e acabou sendo um dos momentos mais especiais da viagem para mim. Além disso, a convivência com as pessoas também tornou a experiência inesquecível. Foram muitos momentos, conversas e lembranças que vou levar comigo por muito tempo.”
Isabella


“A viagem a Minas Gerais foi uma experiência repleta de aprendizados e momentos marcantes. Durante a viagem, consegui explorar em profundidade a história mineira, conhecendo de perto figuras importantíssimas da história brasileira, tais como Aleijadinho, Mestre Ataíde e Tiradentes. Além disso, por meio das visitas às igrejas e, principalmente, das explicações do guia turístico, consegui consolidar meus conhecimentos sobre o Barroco e o Rococó, podendo identificá-los com maior facilidade.
Por outro lado, compreendi como a mineração aurífera moldou toda a sociedade brasileira, desde o período colonial até a atualidade. Com esses aprendizados e visitas, consegui entender a conexão direta que o período colonial tem com os conteúdos estudados em sala de aula, como o Iluminismo, em Filosofia, e as expressões do Barroco, em Língua Portuguesa.
Além dos aprendizados, conviver com alguns colegas com os quais eu não interagia no cotidiano e experimentar a gastronomia mineira foram momentos que ficaram gravados na memória.
Para quem vai participar futuramente, meus conselhos são: reservar um tempo para as cachoeiras e prestar bastante atenção às explicações do guia turístico, pois cada detalhe que ele compartilha enriquece muito a experiência.”
Juan P.
“Durante o Estudo do Meio, aprendi muito sobre a história de Minas Gerais e sobre o período da mineração no Brasil. Um dos lugares que mais me marcou foi a senzala, porque pude compreender melhor a realidade das pessoas escravizadas e as condições que elas viviam. Também aprendi bastante sobre as minas e sobre como o ouro era procurado e extraído a partir das rochas de quartzo. Além disso, as visitas às igrejas foram muito interessantes, porque consegui identificar características dos estilos barroco e rococó.”
Julia C.


“Durante o Estudo do Meio em Minas Gerais, adquiri muitos conhecimentos históricos sobre os processos de mineração e escravização no Brasil Colonial. Além disso, pude observar, na prática, conceitos estudados em Física, Biologia e Química relacionados à formação e à transformação dos minérios, tanto nas cavernas quanto nos museus visitados.
Entre os lugares que mais gostei de conhecer, destacam-se o Parque das Andorinhas, a Caverna do Jeje e toda a cidade de Belo Horizonte. Cada um desses locais proporcionou experiências diferentes e muito enriquecedoras.
Um dos momentos mais marcantes da viagem foi a entrada na cachoeira do Parque das Andorinhas, que tornou a experiência ainda mais especial. Também não posso deixar de mencionar um episódio engraçado: quando o Pedro Gabrieli dormiu no ônibus e acabou perdendo parte da viagem.
A viagem permitiu fazer diversas conexões com conteúdos estudados em sala de aula. Em Biologia e Geografia, pude compreender melhor aspectos da geologia e da topografia da região. Em História e Filosofia, foi possível aprofundar reflexões sobre o Iluminismo e o Brasil Colonial. Em Arte, observamos características dos estilos barroco e rococó. Em Língua Portuguesa, identificamos elementos do Arcadismo Mineiro. Já em Física e Matemática, foi interessante relacionar conceitos às estruturas e construções visitadas, como a máquina do Parque das Andorinhas e a Igreja da Pampulha.
A experiência que mais valorizo foi a oportunidade de conhecer uma mina colonial autêntica.”
Leticia


“O estudo do meio de Minas Gerais me ajudou a entender melhor como funciona a vida em Ouro Preto, Belo Horizonte e Mariana, percebendo isso por meio da Matemática e, principalmente, de reflexões filosóficas. Nós visitamos aproximadamente cinco igrejas e, com as explicações do nosso guia, Hermes, consegui compreender como é e o que caracteriza os estilos barroco e rococó, além da grande variedade de igrejas. Também visitamos minas, nas quais pudemos observar uma enorme variedade de minérios. Em resumo, gostei bastante de viajar para Minas Gerais e adquiri diversos conhecimentos sobre como foi e como é a vida atualmente, principalmente em Ouro Preto.”
Lucas C.



“A viagem para Minas Gerais me ajudou a aprender como conectar os aprendizados de Filosofia, História e Teologia, além de me mostrar a visão local sobre temas que estudamos (às vezes distorcidos quando ensinados) em sala de aula. A viagem me proporcionou momentos e refeições marcantes, que me aproximaram dos meus amigos e me apresentaram ao tutu de feijão, ao feijão tropeiro mineiro e a outros pratos da culinária local, respectivamente. Portanto, sentirei muita falta de Ouro Preto e Belo Horizonte, cidades planejadas por fenômenos da geografia e da urbanização. Gostei muito de visitar o estádio Mineirão (Governador Magalhães Pinto), o Museu de Congonhas e o Museu das Minas e do Metal, em Belo Horizonte. Nas igrejas de Ouro Preto, percebemos as diferenças entre o Barroco e o Rococó e aprendemos muito sobre o catolicismo na época. Por fim, à próxima turma que visitará MG, sugiro que leve muita empolgação, atenção, respeito, fome e determinação para subir as ruas íngremes de Ouro Preto!”
Lucas S.


“A mim, que sou completamente apaixonada por desbravar novos lugares e conhecer culturas diferentes, esse Estudo do Meio foi uma experiência simplesmente inesquecível! Fiquei encantada ao caminhar pelo centro histórico e explorar as reservas naturais, que foram, sem dúvidas, os meus cenários favoritos. Foi fascinante ver, na prática, tudo o que estudamos em História, Geografia e Biologia ganhando vida bem diante dos nossos olhos, o que me fez valorizar ainda mais o patrimônio e a memória daquela região. Além de todo esse aprendizado marcante, ainda nos divertimos horrores no ônibus e no hotel, rendendo piadas internas e risadas que a nossa turma vai levar para sempre. Para quem vai participar desse estudo no futuro, a minha dica de ouro é ir com calçados bem confortáveis, levar um caderno para registrar os detalhes e, acima de tudo, ir de coração aberto para absorver cada pedacinho dessa bagagem cultural única! Não posso esquecer da comida maravilhosa que tivemos a oportunidade de experimentar, que, com certeza, era incrível.”
Lucia G.
“O Estudo do Meio em Ouro Preto foi uma experiência muito especial e cheia de aprendizados. Durante a viagem, pudemos conhecer minas de ouro, igrejas históricas e entender melhor conteúdos estudados em História, como o Ciclo do Ouro e a importância da mineração para o Brasil colonial. Um dos lugares de que mais gostei foi o parque com a cachoeira, porque, além de ser muito bonito, foi um momento divertido para relaxar com os amigos. Também achei muito interessante visitar as igrejas e observar a arte barroca em cada detalhe. A viagem ajudou a valorizar ainda mais a cultura e o patrimônio histórico brasileiros, mostrando como é importante preservar esses espaços tão importantes para a nossa história. Para os próximos alunos, recomendo aproveitar cada momento, tirar muitas fotos, prestar atenção às explicações dos guias e experimentar os restaurantes da cidade, que são muito bons.”
Marina M.



“A viagem para Minas Gerais com a escola foi uma experiência muito especial e enriquecedora, pois gostei muito de conhecer novos lugares, aprender mais sobre a cultura mineira e participar de visitas muito pertinentes, como a visita à segunda igreja com mais ouro no Brasil, que trouxe bastante conhecimento histórico e cultural. Além disso, os momentos de diversão também marcaram a viagem, como as partidas de truco entre os colegas e a visita ao Mineirão, que foi muito interessante e divertida. Outro ponto de que gostei bastante foi a excelente culinária mineira, com comidas muito saborosas que tornaram a experiência ainda melhor e mais inesquecível.”
Mateus L.



“A viagem a Minas Gerais representou um momento de valorização e aprendizado sociocultural de um patrimônio mundial da UNESCO, repleto de construções e ambientes que carregam histórias que moldaram o Brasil contemporâneo. Dentre os principais aprendizados adquiridos no Estudo do Meio, gostaria de destacar as raízes barrocas das igrejas, com características únicas, como o ouro e a forte presença de ornamentos nos altares, tetos, colunas, dentre outros elementos. A história escravocrata de Ouro Preto também foi amplamente discutida durante as visitas, em especial na Casa dos Contos, onde há uma senzala.
Senti uma forte conexão da viagem com as disciplinas de História, Geografia e Filosofia. Uma recomendação para os futuros alunos que irão participar dessa experiência é: entrem na cachoeira.”
Mateus V.



“A viagem de Minas foi uma viagem que eu aprendi muito sobre Igrejas, Minas e sobre o passado do Brasil no século 18. Os lugares que eu mais gostei de visitar foram as Igrejas, o Mineirão e os museus de ouro preto que nós entramos em uma casa onde tinha uma senzala. Na viagem teve dois momentos engraçados que aconteceram comigo foi que a gente estava indo a pé no restaurante e bati de cara no poste e quando chegamos lá um mendigo entrou no restaurante perguntando se eu tinha algum trocado e eu falei que não, ai ele viu meu prato de comida que tinha uma coxa de frango e pegou minha coxa e saiu de lá comendo ela sem falar nada. As minas de ouro estão muito bem preservadas e em boas mãos de pessoas que sabem tudo sobre o passado de cada lugar que está presente na cidade. Uma dica que eu deixaria para um próximo aluno é levar um tênis confortável para andar sem ter problemas.”
Miguel
“A viagem para Minas Gerais foi, certamente, uma experiência única, algo que eu jamais imaginaria para um Estudo do Meio. A experiência concretizou aprendizados que eu só tinha visto dentro da sala de aula, tanto em História quanto em Geografia. Na viagem, o conhecimento que adquiri foi, com certeza, um dos pontos mais positivos e, ao mesmo tempo, mais inusitados.
Mesmo aprendendo isso depois nas aulas de Geografia, eu nunca tinha tido a real percepção de quão montanhosa é Minas Gerais. Fiquei muito surpreso com o quanto foi cansativo andar pelas cidades, principalmente em Ouro Preto, devido ao relevo acentuado presente nelas.
Dentre os lugares de que mais gostei de visitar, certamente colocaria o Mineirão e as igrejas como um todo. O estádio Mineirão é, sem dúvida, um templo do futebol brasileiro e, ainda mais para mim, que acompanho futebol, foi um sentimento único vê-lo de perto. Já as igrejas são verdadeiras obras de arte colossais. Com obras de Aleijadinho e Mestre Ataíde, as igrejas mineiras se tornam únicas entre as demais igrejas brasileiras.
Um momento marcante foi quando entramos na primeira igreja de Ouro Preto. Ainda mais para mim, que sou católico, foi uma experiência única presenciar aquela arquitetura singular.
Se fosse para recomendar algo aos próximos alunos, seria que já fossem preparando o condicionamento físico antes da viagem. Por mais que não seja tão cansativa quanto o PETAR em termos de atividades físicas, as grandes subidas das cidades e a trilha exigem bastante esforço.”
Pedro G.



“A viagem para Minas Gerais foi uma experiência que não dá pra descrever direito só com palavras. Ver a Catedral Basílica Nossa Senhora da Assunção ao vivo é completamente diferente de ver foto no livro, você entra e fica parado na porta por uns segundos só olhando, porque não espera tanto ouro e tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo nas paredes e no teto. Foi ali, na frente do altar, que tudo que a gente estudou sobre sociedade mineradora, escravidão e poder da Igreja fez sentido de verdade, porque você olha pra aquele ouro todo e pensa automaticamente em quem extraiu tudo aquilo e não ficou com nada. A viagem também foi muito boa pela experiência em si, de estar com a turma fora da escola, conhecer a cidade e perceber que história não fica só no passado, ela tá ali na pedra, no teto, nas ruas. Pra quem vai na próxima turma, vai com a cabeça aberta e presta atenção nos detalhes porque você volta enxergando a história do Brasil de um jeito completamente diferente.”
Ricardo



“A viagem para Minas Gerais foi uma experiência muito especial e cheia de aprendizado. Durante o Estudo do Meio, aprendi mais sobre o período da exploração do ouro no Brasil e sobre a grande importância de Ouro Preto para a história e a economia do país. Foi muito interessante relacionar os conteúdos estudados em História e Filosofia com os lugares que visitamos, principalmente ao conhecer igrejas barrocas e rococós cheias de detalhes em ouro. Um dos lugares de que mais gostei de visitar foi o Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, obra do Aleijadinho, porque eu já tinha ouvido muito sobre ele e achei incrível conhecer o local pessoalmente. Também gostei muito de conhecer o Mineirão, o que foi um momento muito marcante da viagem. Além disso, a comida mineira foi uma das melhores partes para mim, pois tudo era muito saboroso. Recomendo muito essa viagem para os próximos alunos, porque, além de divertida, ela ajuda bastante no aprendizado, ao experienciar tudo pessoalmente.”
Vitor V.



